sábado, 28 de maio de 2011

Velha cadeira.

Chegamos a nossa casa, inquietos. Certa angústia nos afligia, cortava-nos toda razão, assim como a desilusão mantinha-nos ocupados com nada; era tudo um turbilhão! Vimos em nossa velha cadeira uma possível paz, o que nos custaria experimentá-la?
Sentamo-nos rapidamente; um movimento quase brusco. Confortável, sim, mas nós, inquietos, não nos contentaríamos com isto apenas. Acenderíamos o fumo, queimando-o lentamente, e profundamente tragaríamos – acalmaríamos. E o fluxo da consciência diminuiria assim. Oh, adormecemo-nos então.

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