segunda-feira, 2 de maio de 2011

25-04-11

Há tempos isso acontece sem nos darmos conta! A nossa guerra é de dominação espiritual; existem várias etapas que devemos passar para experimentarmos o divino; a diferença de classe, por exemplo, é um absurdo no sentido de ser uma armadilha materialista que devemos transcender a fim de nos libertarmos.
A perseguição do conhecimento protege o ser contra o tempo, pois na busca do entendimento de tal que nos é permitido contemplar, de qualquer maneira que seja, o infinito, e nos é dada a possibilidade de conhecermos e libertar-nos a nós mesmos. E podemos entender também que a política e tudo o que é projetado para nós pela sociedade são nada mais que disfarces do real oculto e dominante, daquele que transcenda essa realidade na qual vivemos. De qualquer jeito, nossa realidade seria um jogo entre inteligências muito mais poderosas e em confronto. O despertar espiritual em antigas civilizações deixou o que hoje tratamos como absurdo, ignorando-o em prol de um ser considerado único e criador de tudo, consideramo-lo como único e julgamo-nos superiores, dando origem ao sentimento de superioridade religiosa em relação ao próximo...
Acredito que essa seja a guerra real existente, que, hoje, é disfarçada daqueles que nada sabem pelos meios de comunicação. O que vemos é apenas efeito colateral, um teatro de fantoches políticos de um conflito que se revelaria muito mais complexo e maior do que podemos imaginar, e que somos apenas seres que não conhecem a natureza do real senão por uma vaga lembrança muitas vezes oculta dentro de nós mesmos, esperando para aflorar e dar continuidade a evolução.
Não será de todo um sacrifício se libertar de tal prisão, e sim um passo a frente no esforço da alma em busca da origem; nossa esquecida capacidade de amarmos uns aos outros e, com isso, recuperar o domínio em nós mesmos e por nós mesmos.

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